Curtinhas: Google/FSM/Inpe/destamamento

Um estudo realizado pela Universidade de Harvad, nos Estados Unidos, revelou que duas buscas no ‘Google’, produzem a mesma quantidade de gases do efeito estufa que ferver água em uma chaleira elétrica.

A pesquisa feita pelo físico, Alex Wissner- Gross, reflete a preocupação de cientistas com o impacto ambiental do uso de equipamento eletrônicos. Wissner-Gross argumenta que as emissões de carbono provenientes das buscas no Google derivam da eletricidade usada pelo terminal de computador e pela energia consumida pelos grandes centros de dados gerenciados pela empresa em todo o mundo.

Em comunicado, o Google disse estar considerando a questão “seriamente’ e acrescentou que a “energia usada a cada pesquisa no site de buscas é mínima”. Com informações da agência BBC
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A política ambiental do governo brasileiro recebeu muitas críticas durante o Fórum social Mundial, realizado em Belém. O ministro do Meio ambiente, Carlos Minc, reconheceu a necessidade de usar recursos do Fundo Amazônia para financiar empreendimento sustentáveis e não-poluentes. “Só a polícia não resolve o desmatamento”,disse. Com informações do Jornal do Senado
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Inpe vai monitorar estado das áreas desmatadas da Amazônia
Reportagem do Estadão de hoje revela que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) vai avaliar, pela primeira vez, qual é a situação dos 700 mil quilômetros quadrados já desmatados da Amazônia. Segundo um estudo preliminar, cerca de 20% dessa área estão tomados por florestas secundárias em regeneração, mas a expectativa de vida dessa vegetação é de apenas cinco anos. Para o Inpe, o estudo pode trazer mudanças nas políticas nacionais de preservação. com informações do "O Filtro" da revista Época.
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62% das cidades que mais devastaram a Amazônia em 2007 não melhoraram seus índices no ano passado (fonte: Amazônia Org)
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Aproveitando a ocasião do encontro realizado entre o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e os prefeitos das 36 cidades que mais desmataram a Amazônia em 2007, o Ministério do Meio Ambiente divulgou uma tabela com os dados gerais do desempenho destes municípios na redução do desmatamento em 2008. Mais desanimadores do que o esperado, os resultados refletem a qualidade das políticas de conservação adotadas pelo poder público dos municípios.
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O documento mostra que somente 14 municípios dos 36 listados obtiveram alguma melhora no índice desmatado - o que mostra que 62% destas cidades não apresentaram diminuição do desmatamento. Entre os municípios com pior desempenho no combate às infrações ambientais, destaca-se Nova Ubiratã (MT) com um aumento de 618% com relação ao ano anterior.
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A antiga campeã de desmatamento, a cidade de Marcelândia (MT), continua ineficiente em sua busca para a redução dos índices. O crescimento no município foi de 123%, o que representa um aumento de 97 Km² de área desmatada.
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Apesar das infladas porcentagens, em valores absolutos a situação é um pouco melhor.
Durante 2008 houve uma redução de 393 Km² em desmatamentos com relação a 2007, representando uma melhora de 7%. Os municípios de destaque neste quesito foram Porto Velho (RO) com uma melhora de 51%, e Brasil Novo (PA) com 84%.

3 comentários:

rui disse...

Bacana

rafael abreu disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

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